Algumas pessoas me perguntam se atendo clientes com depressão e como o coaching pode ajudar. Sim atendo e o Coaching é uma poderosa ferramenta, e vou explicar como atua.

Os casos mais críticos precisam ser acompanhados por uma equipe multidisciplinar, pois como já falei aqui podem existir um fator físico-hormonal que apenas um profissional de saúde pode ajudar.

Sabendo o grau de depressão de um profissional, o coach responsável pelo processo deve estabelecer um relacionamento positivo com esse coachee (na realidade com todos). Mas quero frisar muito o processo para um coachee com quadro de depressão aqui, pois é onde o coaching atua como um suporte transformador.

Construir uma comunicação honesta e aberta, de mutuo entendimento e confiança é a questão chave dessa relação. Que se desenvolve através de 3 (três) elementos fundamentais: autonomia, responsabilidade e aprendizado

  • Autonomia – o coach deve encorajar seu cliente a tomar suas próprias decisões. Sendo suporte e guia do coachee que decide por onde quer ir. Eu sempre preparo um planejamento das minhas sessões, mas nunca usei meu planejamento 100% (cem por cento). Isso porque o coachee é quem manda na sessão. Na interação de cada sessão, o coach deve ouvir na essência ao seu coachee e ter a maestria de mudar seu planejamento.
    As perguntas abertas são chaves utilizadas para construir essa confiança e o senso de atingimento. Apresente alternativas, expanda perspectivas, oriente com instruções mínimas, mas a decisão final deve ser do coachee. Como sigo uma linha mais pragmática e objetiva, sempre busco, nas situações de erro, retirar lições e oportunidades de desenvolvimento.
  • Assumindo a responsabilidade pelas suas escolhas, o coachee desenvolve a confiança em si mesmo. Cada passo dado em direção a sua meta, deve ser estimulado e celebrado junto com o coachee. Dê feedbacks sobre o andamento de cada ação, encoraje-os a resolverem seus problemas e os lembre do seu papel como suporte.
    Por mais que você ensine técnicas e ferramentas como apoio, o coachee aprende com sua própria experiência e exercitando.
  • Ao acompanhar o planejamento do seu coachee, ofereça feedbacks construtivos, prestigiando a boa performance e indicando novos caminhos de melhoria. Ajude seu coachee a estabelecer conexões que por conta própria talvez ele não conseguisse fazer. Dicas de como crescer profissionalmente por exemplo.
    Reforço positivo e principalmente muito amor. Pois quem está deprimido tem falta de algo em sua vida que foi preenchido pela dor esmagadora da depressão, então é preciso sarar a alma para a dor passar.
    Se rapidamente o coachee começar a alcançar, bons resultados, vá estabelecendo com ele novos objetivos. Para um profissional em depressão não recomendo objetivos muito difíceis, por isso seja realista e desafiador, mas não o pressione. As metas quando atingidas permitem que o coachee se sinta mais autoconfiante, o que acelera seu aprendizado e reprogramação mental.

Relacionamentos de confiança geram mais exposição do coachee. Quando relatado os sentimentos e preocupações do coachee com depressão, uma ponte para a solução se estabelece. E o coach é um facilitador desse processo de exposição. Então eu te pergunto agora, até quando você vai carregar essa dor?

Não deixe mais a depressão roubar seus dias, semanas, dinheiro, família, carreira e sua vida. Deixe de lado os argumentos e comece agora uma mudança para que seu 2017 seja o melhor ano da sua vida até agora. Estou aguardando seu contato para que essa transformação aconteça.


Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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