redeEu tenho experiência com grandes redes distribuídas e sei que sem um padrão definido a bagunça aparece rapidinho, afinal são estações de trabalho (desktops e notebooks), impressoras, switches, etc. espalhados em diversos locais. Há várias formas de se evitar duplicação dos nomes dos recursos, mas a maior preocupação de quem administra a rede é fazer com que o suporte localize rapidamente um desses hardwares em caso de falha.

Então vamos pensar numa regrinha simples:

Nomes de Impressoras

Usarei o seguinte formato como exemplo FF999ZZ, onde:

FF = tipo ou função da impressora. A princípio os tipos definidos são:

IC para Impressora Comum

NF para impressora de Nota Fiscal

CH para impressora de Cheques

CQ para impressora de Certificado de Qualidade

ET para impressora de Etiquetas de Preços

999 = valor numérico referente ao segundo octeto do endereço IP do site em que estiver a impressora.

ZZ = valor alfanumérico que vai de 00 a 99.

Exemplo: uma impressora de Nota Fiscal NF01401.

Nomes de Estações

Usarei como padrão de nome de estações como exemplo E999NNNN, onde:

E = caractere fixo, representa estação de trabalho.

999 = valor numérico referente ao segundo octeto do endereço IP do site em que estiver a estação.

NNNN = número sequencial para as estações, iniciando em 0001, por exemplo.

Exemplo: uma estação E1210001

Nomes de Servidores

Usarei como padrão de nome de estações como exemplo FFFEEENN, onde:

FFF é a função do servidor.

Ex.:     SQL = Servidores de SQL

AD = Servidores de diretório ativo

WEB = Servidores de Intranet

TS = Servidores de terminal

PS = Servidores de impressão

999 = valor numérico referente ao segundo octeto do endereço IP do site em que estiver o servidor.

NN = um número sequencial, de 01 a 99.

Exemplo: um servidor WEB12101


Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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