Quando se fala em metas, vem logo na cabeça cobrança, mas na realidade elas servem de guia para as ações de cada um dentro da organização. Antes de mais nada é preciso prestar atenção as suas definições: 

  1. S: Específica (Specific)  Uma meta é específica, quando tira qualquer possibilidade de ambiguidade de seu entendimento.  
  2. M: Mensurável (Measurable) Toda meta precisa ser mensurável, medida e passível de acompanhamento. Este é um critério importante para saber se ela realmente foi alcançada.  
  3. A: Alcançável (Attainable)  Uma meta difícil demais pode desmotivar você e o seu time, assim como uma meta fácil demais. Ela tem que ser passível de ser atingida, senão vira uma meta impossível. 
  4. A: Alinhada (Aligned) É alinhada a estratégia, missão e visão da empresa. É o que dá sentido à meta definida, pois só faz sentido se contribuir para o alcance dos resultados corporativos. 
  5. R: Relevante (Relevant/ Result) Uma boa meta é aquela que traz resultados à empresa. Todos deveriam saber o impacto de suas ações sobre o faturamento da empresa.  
  6. T: Temporal (Time-bound) Início e fim são importantes para que o atingimento seja possível. Seja critico com o tempo definido e com os recursos que tem. 

Tão importante quando definir a meta, segue o processo de acompanhar e avaliar as metas. Esse processo não pode ser realizado apenas no final do ano, ou semestralmente. Deve ser algo continuo, e de preferência formalizado dentro da rotina da organização. Deixo aqui umas dicas sobre esse acompanhamento: 

  1. Celebre as conquistas, até as pequenas conquistas quando celebradas encorajam o espirito de equipe e o ambiente de companheirismo. 
  2. Compartilhe os méritos com sua equipe de forma justa. Não precisa necessariamente envolver dinheiro. Acredito que uma das melhores formas de reconhecer uma equipe é agradecendo a todos pelas suas contribuições.
  3. Cuide de sua equipe de forma genuína, proporcionando um ambiente inclusivo e preocupando-se com as necessidades pessoais e profissionais deles. Quando os gestores são abertos e acessíveis as pessoas se expressam e compartilham opiniões. E por conseguinte eles se sentem envolvidos nas decisões que afetam a equipe.
  4. Inspire seu time transmitindo missão, propósito, metas e valores da empresa sempre de forma clara e honesta. Ressalte a importância de cada um e como suas contribuições individuais contribuem para o resultado final da empresa.
  5. Contrate pessoas com talento e que possam contribuir para o crescimento da empresa. Mas gestores lembrem-se de ajudar seus funcionários a se desenvolverem. Fomentar um ambiente de aprendizado é muito importante, nutra os talentos da equipe. 
  6. Durante os acompanhamentos dos indicadores, foi possível avaliar que algo não vai bem, então trace ações de correção de forma que todos possam se envolver e ajustar o rumo dos resultados. Como gestor, se coloque a disposição para facilitar esse atingimento.  
  7. Afie as “ferramentas”, proporcionando ao time momentos de desenvolvimento profissional e pessoal. Estimule sua equipe a compartilhar conhecimento, ler, participar de cursos, incentive a todos para que estude, se na empresa não tem verba destinada a treinamento e você pode ministrar um curso, faça-o como um mentor do seu time.
  8. Conheça a sua equipe e acompanhe a cada um de forma individual, assim no final do período quando as metas serão fechadas, ninguém será surpreendido por uma meta não atingida e pela avaliação que receberá.

Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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