O BSC é um sistema de suporte a decisão estratégica para mensuração de desempenho sob quatro perspectivas.

São elas:

1 – Perspectiva Financeira – Responde a como enxergamos nossos acionistas, quais as aspirações em termos de retorno do investimento realizado, as taxas de crescimento, relacionamento com investidores e outros objetivos financeiros estabelecidos e alinhados as diretrizes estratégicas.

2- Perspectiva do Cliente – Responde como os clientes nos percebem e de forma objetiva medem esses resultados como satisfação, fidelidade, retenção, captação e lucratividade. Os clientes são a razão da existência de um negócio e por isso os gestores precisam ter objetivos específicos de acordo com seu segmento de mercado.

3- Perspectiva de Processos – Responde que processos internos agregam valor. Identificando as necessidades dos clientes, o mercado em que se está inserido é possível idealizar produtos e serviços que atendam a demanda do seu cliente. Em termos de processos operacionais deve avaliar a geração dos produtos ou serviços e como eles chegam aos seus clientes. E por último e não menos importante avaliar a satisfação do cliente e poder prestar suporte conforme combinado.

4- Aprendizado e Crescimento – Responde se somos capazes de sustentar e inovar em nosso negócio. Através de um programa de comunicação que compartilha com todos os colaboradores as estratégias, os objetivos e as metas que todos seguirão para serem bem-sucedidos.

Quem implementa a metodologia BSC em sua organização, tem os seguintes objetivos em mente:

  • Tornar-se orientada para o cliente
  • Aumentar a qualidade
  • Reduzir o tempo de resposta e lançamento de novos produtos
  • Privilegiar o trabalho em equipe
  • Gerir uma empresa a longo prazo

A construção do BSC funciona como um painel de controle dos indicadores que permitirão: localizar problemas, definir rotas e antever imprevistos. Ou seja, saber para onde caminha a empresa. Mas esse já é um papo para outro post.


Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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