As 3 etapas da delegação eficiente, que eu chamo de C.A.C., são simples de serem implementadas na sua rotina como gestor. Delegar tem muitas vantagens. E por mais que você tenha a percepção de que faria melhor, lembre-se que você precisa fazer através de pessoas. Se ainda não se convenceu e continua com a agenda cheia, aqui vão 4 (quatro) razões para você entender porque delegar é importante.

  • Você poupa tempo para executar outras tarefas importantes, além de você ganhar flexibilidade com recursos alternativos dentro da equipe.
  • As habilidades e competências dos profissionais do seu time aumentam.
  • A medida que mais pessoas se envolvem com seu trabalho, gera maior engajamento e compromisso entre vocês.
  • Permite que você se concentre em tarefas mais difíceis e importantes. Abrindo espaço para você pensar, pesquisar, discutir e se desenvolver para o futuro.
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Fonte: Pinterest

Convencido? Então que tal aprender mais sobre as fases da delegação? Eu já falei de duas delas, mas quero dar mais algumas dicas para te ajudar com a última delas que é a cobrança das tarefas.

As etapas da delegação são:

  • Comunicar – Antes de você sair por aí distribuindo atividades para o time já deixei algumas dicas de que você precisa avaliar a o processo de comunicação. Mantenha atenção nessa fase, focando nesses itens:
  1. Estabeleça claramente qual a atividade a ser realizada e que resultado se espera na hora da entrega;
  2. Combine a data da entrega final e se for o caso alguma data intermediária de acompanhamento;
  3. Priorize essa atividade em relação as demais atividades que a pessoa já tenha;
  4. Explique a consequência caso a atividade não seja completada dentro do prazo definido;
  5. Certifique-se que os procedimentos para a realização da atividade sejam de conhecimento da pessoa que o fará.
  • Acompanhar – Estabeleça uma agenda de acompanhamento da atividade, talvez inicialmente você precise acompanhar mais de perto. Mas fica a dica, que mesmo sendo uma pessoa que você conhece a muito tempo e que sabe que o trabalho será bem realizado, cabe a você acompanhar o andamento. Afinal perante ao seu superior será você que responderá por aquele resultado.
    Deixe claro que você está à  disposição para apoiar nesse processo, sugira datas na agenda para um encontro formal, mas deixe seu celular ou chat disponí­vel para isso. Se for o caso remarque reuniões canceladas, repriorize atividades, quebre as entregas, enfim mantenha o canal de comunicação aberto com quem faz.
  • Cobrar – Muitos dizem que é a parte mais complicada, mas não deveria ser. Pois se você orientou direitinho é apenas receber o que se espera. Certo?! Se tudo foi conforme o planejado sim.
    E por que não é isso que acontece? A resposta pode estar em não deixar claro o seu papel como facilitador do processo, especialmente nas dificuldades e barreiras que o funcionário possa encontrar na atividade por ser a primeira vez que está realizando.
    Não cobre apenas no final, quando você realmente se dispõe a acompanhar e o faz. Não tem cobrança. Seja presente!

Espero que essas dicas te ajudem a alcançar sucesso na delegação de tarefas para sua equipe, daqui para frente.

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Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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