“O que foi estragado
Pela falha do homem
Pode ser tornado bom novamente
Através do trabalho do homem.”
— I Ching

As empresas reclamam diariamente da falta de mão de obra especializada. Na área de TI então a escassez de bons profissionais é alarmante em algumas regiões do Brasil.  Isso porque tornar-se um bom profissional é um exercício diário e requer tempo, investimento pesado de horas em frente a um computador estudando, pesquisando, aprimorando e praticando.

Nas conversas com os amigos de diversas empresas, percebo  que a maior carência do mercado é por líderes, formar um líder requer o dobro do investimento dedicado na formação de um bom profissional.  Todas as organizações pedem, imploram, caçam talentos. Talentos são pessoas inovadoras, criativas e cheias de iniciativas.  Mas quando esses talentos estão dentro de suas organizações o que vemos são líderes exigindo obediência.Então o  que fazer?

Resposta simples e direta, trabalho de alta qualidade não pode apenas ser comprado, ele é fruto do comprometimento pessoal e do senso de excelência de cada um.  E trabalhos de alta qualidade são desenvolvidos por profissionais criativos e de iniciativa, então deixe o seu lado Pavlov, fisiólogo russo que estudou o papel do condicionamento no comportamento, de lado e aprenda a lidar com o lado humano do seu talento, pois uma organização de sucesso é formada pela qualidade do trabalho e não na obediência dos seus liderados.

Será que o comportamento independente do seu liderado é uma desobediência, ou você quer condicioná-lo a sua prática de adestramento?  Essas questões merecem uma análise séria e profunda de cada gestor.  Analise com carinho e depois me diga que resultado você colheu.


Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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