Aproveitando as férias de final de ano, coloquei a leitura em dia. E as mudanças organizacionais e questões de reconhecimento através dos modernos processos de avaliação (quantitativos e qualitativos) são temas que preocupam as organizações em todos os ní­veis. Afinal não há “bala de prata” que resolva a base de todos os problemas, a tal COMUNICAÇÃO.  E meditando sobre o assunto surgiu algumas reflexões.

Comunique bem para que possas liderar bem. Não há nada mais estratégico do que a comunicação dentro do contexto da liderança. A base da liderança é o exemplo, isso não significa saber fazer tudo, mas ter coerência em suas atitudes, ações e decisões. Mas toda liderança natural precisa ser aperfeiçoada e desenvolvida. É o conceito de auto mudança gerencial, no qual eu me aperfeiçoo e posso gerir melhor. Nesse conceito uma das melhores ferramentas é o feedback.

Feedback é uma mensagem reversa ou o exercí­cio da meta comunicação. Não entendeu, bem vou explicar melhor. Feedback consiste em informar uma pessoa sobre o seu desempenho com o objetivo de orientar e estimular ações de melhoria1, definição do Prof. Bernardo Leite, experiente psicólogo com anos de trabalho em gestão de pessoas.

Então se comunicação é falar e ouvir, então o feedback é uma reorientação dada a uma pessoa. Você fala e o liderado sai para a ação, no meio do caminho é necessário reorientá-lo, o problema é que a maioria dos lí­deres não verifica se comunicou bem da primeira vez e muito menos após um tempo.  O acompanhamento não é realizado, muitas das justificativas são a falta de tempo, pois realmente isso vai demandar uma agenda livre para reforçar os pontos de orientação.

É cada dia mais frustrante no final de um perí­odo pré-estabelecido, é apenas ter uma mudança brusca de direcionamento, sem que para isso existissem reuniões de acompanhamento e avaliações intermediárias. Ou ainda achar que está tudo claro, como se os liderados possuíssem bolas de cristal. O inverso também é verdadeiro.

Então por onde começar?  Antes de mudar de novo, reflita com algumas perguntinhas:

  • Que tal descobrindo quem você lidera?
  • O que você espera dos seus liderados?
  • Que resultado você almeja?
  • Como vais comunicar?  Que estratégia será utilizada para manter essa mensagem ativa na mente dos seus liderados?
  • Como vais acompanhar o processo e apresentar feedbacks?
  • Se necessitar mudar o rumo do processo, como será encaminhado?

1 II ENCAD RH apresentado no CRA-RJ 2011


Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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