Li um artigo da Dra. Jacqueline Meireles, psicóloga clinica e hospitalar e editora do blog www.psicologiaemanalise.com.brdestaco aqui um trecho muito elucidador sobre o conceito de lealdade, muitas vezes usado como sinônimo de fidelidade.

Os casais na atualidade tendem muito a querer essa tal fidelidade, entretanto a fidelidade parte do princípio de um dever moral, uma obrigação, um compromisso, quase um contrato. Já a lealdade é muito mais que isso, está relacionada a valores, sinceridade, vínculo afetivo. Em suma, enquanto o leal não trai por valores emocionais o fiel não trai por valores morais.

O leal é uma questão mais voltada à maturidade emocional, enquanto o fiel apenas quer cumprir as regras e os costumes, na exatidão de suas promessas, situação que o leal não está muito conectado a essas regras, pois seus princípios vão além das regras. A lealdade está na confiança construída das relações interpessoais.”

Form_fiqueNas organizações em que o conceito de lealdade é claramente identificado em seus colaboradores, o potencial de fazer acontecer é exponencialmente maior de qualquer outra organização.  Mas para que a lealdade exista, é importante a criação do vínculo, e isso requer mais uma vez investir tempo.  Não se constroe uma relação de lealdade simplesmente ordenando – “sejam leais”.

Lealdade é uma ferramenta poderosíssima dentro de uma organização, pois quando uma situação sai do planejado e ações imediatas são necessárias, os leais vão querer mudar o rumo, e se não conseguem mudar, pedem ajuda para isso.  Mas no final sempre mudam. São desafiados e se precisam mudar a si próprio, eles mudam também sem nenhum pudor ou medo.  Sabem que nada os impede de trocar de emprego, abandonar uma relação fracassada, o leal é livre e pode fazer o que quiser, quando quiser.  Mas se escolhe estar ali, o leal está de corpo e alma, porque é auto-organizado, auto-impulsionado e sempre pronto a enfrentar os desafios junto com os seus.


Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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