Quanto maior o equilíbrio do individuo, maiores as chances de realizações e conquistas. A ânsia tira o foco das opções. A cada dia mais, as decisões precisam não apenas dos conhecimentos acadêmicos, mas também da inteligência emocional para que o resultado desejado seja alcançado. Proporcionar um ambiente no qual o equilíbrio entre resultado e o prazer no que se faz imperem é o grande desafio dos gestores.

Observar a criatividade e a interatividade florescendo só é possível num ambiente onde o respeito e a disposição flua em todos os sentidos.  A interatividade é a base de todos os relacionamentos no cyber espaço hoje e ainda pouco explorado no contexto organizacional. No decorrer dos anos e a entrada da geração Y no mercado de trabalho é possível ver a mudança acontecendo, mesmo que de forma discreta em algumas grandes corporações.  Mas sendo comum em startups que nascem a cada dia.  A atração que essas empresas exercem sob a nova geração profissional se deve e muito a esse novo modelo interativo e colaborativo de trabalhar e construir conhecimento.

Muitos então devem se perguntar como manter a serenidade e gerar esse clima em meio a turbulência de informações geradas e interações realizadas de forma tão aceleradas. Respondo em minha modesta visão que a gestão do capital social e intelectual gerado pelo encontro das gerações permite a construção de um modelo de resultados impressionantes.

Não sou fã dos rótulos que por hipótese possam inibir os processos de co-criação, já que os mesmos geram pré-conceitos, pois tanto as gerações mais velhas quanto as mais novas podem contribuir na construção do capital social e intelectual.  Mas a chave está na parceria que se estabelece quando um passa serenidade e experiência, e o outro as ânsias e motivadores de se fazer mais em menos tempo ou simplesmente por querer fazer diferente.  Isso é o que chamo de co-working organizacional, as duas gerações juntas sob uma mesma visão e missão.  E quem dita a regra dessa parceria é a vontade de fazer a diferença, de fazer acontecer. Então nasce aqui um novo valor social. Um valor constituído de serenidade, conhecimento, experiência, interação e respeito de quando dois pontos de vistas não precisam estar errados, mas podem gerar um terceiro ponto de vista.  Um ponto de vista completo, inovador e de maior valor agregado.

doispontos

*Interação foi utilizada como sinônimo para as relações ganha-ganha em que todos ampliam seu capital intelectual e social.


Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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