Como parece fácil nos conhecermos, mas a verdade é que poucas pessoas investem tempo em autoconhecimento.  Algo tão fundamental para a convivência em qualquer instancia de relacionamento, principalmente o de relacionar-se consigo mesmo.  É bom olhar para dentro de si e perceber o que vai bem, o que vai mal, o que dói, o que precisa mudar e mais ainda do que se pode abrir mão.  Porém muitos ainda não se conhecem de verdade, por muito motivos.

Para os que precisam tomar decisões, se relacionar com outros, liderar, desenvolver competências, eliminar gaps, ampliar seus pontos fortes e conhecimentos, etc.  o autoconhecimento é indispensável.

Muitos devem estar se perguntando como faço isso? É bem simples e aqui faço minha propaganda*, faça uma avaliação comportamental.  Tendo todos os pontos portes, preferências de estilo de liderança e trabalho conhecidos, em um relatório desenvolvido por um analista comportamental, é muito mais claro e rápido definir um plano de ação.

E uma das dicas que fica é para o plano de ação é o de se ouvir mais, ficar em silêncio e se escutar mais.  Pois esses momentos despertam algumas reflexões e insights para novas ações.

Se ainda assim você leitor ainda não está convencido de que conhecer-se é importante, pense em seu planejamento profissional.  Como desenvolver um plano sem a compreensão do seu perfil profissional, das suas características predominantes, suas aptidões e preferências?  Ou ainda, em como você soluciona e transpõe obstáculos no seu dia a dia?

* sou analista comportamental certificada e faço esse trabalho.  Preços sob consulta.


Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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