Coaching significa treinamento em inglês, sendo comum o uso desse termo nos esportes para denominar a atividade da pessoa (técnico) que ajuda um atleta a melhorar seu desempenho. Agora em uso também em outras áreas da vida, como o lado empresarial e pessoal dos indivíduos.

Como coach profissional o objetivo é contribuir para o desenvolvimento profissional e pessoal do coachee para potencializar habilidades em determinada área ou situação da vida.  O desafio é entender o momento que a pessoa está passando, o estado atual e definir o estágio em que se quer chegar.  Por meio de metodologias, ferramentas e técnicas, o coach pode desenvolver um plano para atingimento da meta estabelecida.

É comum o coachee não ter claramente identificado o que precisa evoluir ou mudar na sua vida, é nesse momento que o olhar de fora por parte do coach, que com total respeito e sem julgamentos, analisa e abre oportunidades de identificação e tratamento das necessidades. Ser coach é conseguir ir além do que se ouve nas palavras que o coachee expressa, é ouvir as palavras não ditas, é extrair lições de fracassos e ter uma atitude otimista e positiva diante dos obstáculos.

No processo de coaching, e em comum acordo entre coach e coachee é possível criar planos de curto, médio e longo prazo, ou ainda detalhar que valores e crenças podem ser resignificados de forma a maximizar os resultados desejados. Essas habilidades ou estilo de vida, liderança e gestão são fundamentais no mercado globalizado de hoje.  Outro dia li uma frase que resume bem isso “No futuro todos os líderes serão Coaches. Quem não desenvolver essa habilidade automaticamente será descartado pelo mercado.”, Jack Welch.

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Apesar de aparentemente radical, observando bem essa frase me fez muito sentido.  Afinal o coaching é uma ferramenta estratégica de desenvolvimento e gerenciamento de equipes, que permite a quem vivencia o processo uma melhor percepção do seu papel no mundo, aprimoramento de competências comportamentais e expansão de sua própria identidade como ser humano completo.  O coaching requer bem mais do que ler livros e ir a palestras sobre o assunto, significa vivenciar o processo, evoluir a consciência para conceitos como sustentabilidade, vida interativa, espiritualidade, pensamento sistêmico, integração com o meio e consumo consciente começam a incrementar a lista de aspectos a serem considerados aumenta.

Lembro que em 2003 eu comecei a ter contato com o Coaching de forma mais estruturada, naquele momento muitos dos conceitos acima citados já me chamavam atenção e com o passar dos anos em que planejamento estratégico e financeiro, programas de qualidade, retenção e desenvolvimento de talentos se tornaram parte do meu dia a dia, mais sentido me fazia buscar o coaching como parte do meu desenvolvimento.  Como resultado do processo de coaching logo de início, pude alinhar as metas que tracei de carreira, minha missão de vida e o desejo de ajudar as pessoas.  Isso só ficou muito claro quando tudo foi exposto com foco em entender o meu momento presente e de como chegar ao futuro.

O relacionamento, a interiorização e reflexão são fundamentais na busca das respostas, já que há troca de informações, intercâmbio de ideias e diálogos.  Não há certo e errado, apenas reflexões e questionamento provocados pelo coach de forma a nos fazer chegar as nossas próprias conclusões, com inquietações que libertam as opções e que flexibilizam as relações permitindo um crescimento integrado.

Fonte:

STEVENS, NICOLA. Learning to Coach: For Personal and Professional Development, http://skillport.books24x7.com, Acesso em 15 de Maio de 2012, 2a. ed. United Kingdom. How to books Ltd, 2008.

MARQUES, JOSÉ R. Curso de Formação em Professional & Self Coaching: Módulo I. Goiânia: IBC, 2012, 35ª. Edição da apostila de curso.


Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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