olho-coracao
Parece música da Betânia, mas na realidade é um hábito por demais importante para quem lidera e é liderado.  Eu gosto, por pior que seja a notícia, que ela seja dada com a pessoa me olhando, mas as vezes isso não ocorre.  Bem isso me machuca e fere, pois eu leio assim eu não te respeito, você não merece minha atenção e por isso eu não te olho nos olhos.

Eu pensava vou procurar um analista e me curar, mas depois de ler o material do Gui Damian descobri que não estou errada.  A mensagem é essa mesma para qualquer pessoa, porque no momento que você a olha nos olhos você pode então se despertar para ela, o despertar aqui é se desvendar.  Quando uma mensagem é passada sem o olhar nos olhos você não tem a intenção de registrar o aqui e agora, e tornar esse momento presente o momento de registrar a importância daquela pessoa.

Dar crédito onde ele é merecido é vital a qualquer relacionamento, mas se não há nem olho nos olhos, que estímulo adicional você acredita que pode transmitir ao seu ouvinte.

Eu simplesmente recebo todas as informações adicionais como sendo um blá-blá-blá interminável.  Então “olho nos olhos quero ver o que você faz” e lidere com coragem e disposição.


Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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