Dignidade é a qualidade indizível e inescrutável que não tem relação com pompa ou exibicionismo é imprescindível em todo processo de mudança.  Também não tem qualquer relação com ambição ou auto engrandecimento, mas sentir o seu respeito mais do que a si próprio.  Confuso?  Nem tanto.

Cada pessoa tem seu senso de dignidade e que os faz caminhar em meio a suas crises.  Dizem que a liderança é uma posição solitária, então use a dignidade como seu grande companheiro. Nunca a  despreze!

Vencer não é competir com o outro

Mais profundo que o conceito da confiança que pode ser estilhaçada, a dignidade nos mantém centrados e é marca de caráter. Quando aplicado com ousadia nos impulsionam a evoluir e conquistar.

E num mundo em que as mudanças e rupturas são frequentes, como se manter estável sem ela?

A dignidade também é uma necessidade emocional que todos nós temos de reconhecimento público de se ter feito bem as coisas, em relação a autoridades, amigos, círculo familiar, social, entre outros.

E como é bom ser reconhecido por algo que fazemos, com justiça, respeito e honradez.

O quanto precisamos de dignidade nos tratamentos recebidos dos nossos governantes, superiores e demais autoridades.

Nas empresas vejo sempre o choque cultural das gerações, mas com respeito e tratamentos dignos, serão apenas pontos divergentes.


Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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