E o tempo levou os antigos relógios de ponto que você era obrigado a bater diariamente. Agora em um novo estágio da sua jornada profissional, seu cargo é considerado cargo de confiança.  E mesmo você não tendo um relógio de ponto chega no horário, passa o dia inteiro entregando o seu trabalho, faz horas extras e ainda leva trabalho para casa. Ufa!!! Não é a toa que você se sente sem energia as vezes.

E se você hoje retirasse o relógio de ponto também dos seus funcionários, teria o mesmo comprometimento? Eu diria que isso só é possível quando se estabelece uma relação de confiança. Quando estou em um time, espero comprometimento deles e o horário no relógio de ponto nunca foi um dos itens que mais gostei de controlar. Mas se você se encontra na situação acima como descrevi, deve querer o mesmo nível de comprometimento da sua equipe também. Eu confesso que ia querer.

Como gestores somos espelho para nosso time.  E quando o seu time tem noção do tempo e dos resultados que precisam ser entregues então tudo correrá conforme o acordado. Um gestor que trata seus subordinados diretos como pessoas, torna a vida mais fácil.  E a responsabilidade das entregas é compartilhada.

Há uma relação de confiança estabelecida e se uma vez ou outra for preciso um esforço a mais tudo bem. A questão é quando isso foge da eventualidade e se transforma em regra, ou seja, não há um fim no esforço geral. Dia após dia, a turma toda fica até mais tarde e a qualidade de vida vai sendo levada, assim como o relógio de ponto.

Bem eu tenho falado muito de tempo aqui no site, por acreditar que muita gente administra mal o tempo. Ele, o tempo, é importante para uma vida com mais equilíbrio e realizações. Profissionais de resultados são profissionais que possuem a persistência, o comprometimento, o planejamento das ações e a capacidade de criar seus resultados mesmo que o relógio avance sem piedade. A diferença está exatamente na decisão de focar o que é importante e prioritário. Mas como saber o que é importante e prioritário?

Ao iniciar a semana aqui na empresa, eu sempre reservo um tempo na agenda para analisar as atividades e compromissos agendados. Estruturo de forma cognitiva a agenda para ter um sentido e sistematização do caminho rumo a missão da Tecnologia Humana. Escrevo isso, pois temos uma missão como empresa, mas diante das pressões é muito fácil cair na tentação de fugirmos dessa missão. Olhar e pensar que há um caminho relativamente mais simples a seguir.

Como gestor de uma empresa, com a responsabilidade de liderar um time, frequentemente você pode facilmente cair na mesma armadilha. Ir por um caminho relativamente mais simples, em se tratando de tempo, que significa abrir mão de estar com a família para ficar até mais tarde no escritório. E, por conseguinte induzir todo o time por esse caminho.

Gestão do tempo está muito ligado a gestão de vida. Sua vida não é apenas o trabalho, como um ser social que somos é preciso ter tempo para relacionamentos, lazer, educação, cultura, espiritualidade e muito mais. Todas essas áreas da vida contribuirão para que sua performance seja sempre boa profissionalmente.  Já gerenciei profissionais que se dedicavam muito para ter alta performance e depois não conseguiam manter o ritmo.

Não adianta nada ser outstanding um ano e depois não ser mais. Conseguir bater as metas da equipe e depois atrasar as próximas entregas. Mantendo equilíbrio você conseguirá avançar de forma mais consistente e continua. São como os atletas de longa distância que administram bem seu passo e economizam energia para o momento mais importante a chegada.

O tempo tem levado os seus sonhos, seus relacionamentos, sua saúde e sua energia. Ainda é tempo de conquistar uma agenda com mais equilíbrio e resgatar seus planos pessoais da gaveta. Vou deixar de presente para você aqui uma avaliação pessoal de vida.

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Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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