Já tirou um tempo para tomar um suco em uma cafeteria e ficou observando as pessoas passando. Outro dia fiz isso no Centro do Rio de Janeiro, estava na Starbucks aguardando mais uma reunião semanal. É um processo bem interessante de ver a diversidade de pessoas passando de um lado para o outro.  Cada uma delas faz parte de uma corporação ou contribui direta ou indiretamente com elas.

No ambiente corporativo observamos diversas práticas empresariais de sucesso mostrando que ter profissionais com pensamentos e ideologias variadas pode se tornar um diferencial competitivo fora de série. Para competir em um mercado global altamente dinâmico, as empresas precisam atrair e reter talentos de diferentes culturas.

A gestão de pessoas tornou-se um imperativo estratégico, cujo impacto vai muito além das políticas de recrutamento e contratação. Apesar de muitas empresas apenas se preocuparem com o preenchimento de certas quotas para a incorporação de minorias e mulheres.

Mas diversidade trata-se não só de raça, gênero e credo, mas também de idade, experiência, educação, papéis e mesmo de personalidade. Fatores difíceis de serem gerenciáveis, mas que requerem foco das áreas de Recursos Humanos das empresas.

Independente do perfil cultural das pessoas, as motivações que as levam a realizar ações e tomar decisões podem enquadrar-se em três tipos: extrínseca, intrínseca e transcendente.

Motivações extrínsecas –  são as que dizem respeito à satisfação de uma série de necessidades tangíveis. O dinheiro é considerado a motivação universal predominante. Existem também algumas necessidades intangíveis no nível individual, como prêmios e reconhecimento. É uma motivação relativamente fraca, pois a pessoa agirá em troca de um ganho máximo e frequentemente de curto prazo.

Motivações intrínsecas – são as que participam com boa vontade de tarefas com o objetivo de aprender e melhorar suas competências e capacidades. A satisfação vem da realização do seu próprio trabalho, as pessoas com esse tipo de perfil deixarão de contribuir para a organização logo que tiverem atendido suas necessidades ou quando um desafio for inferior às suas expectativas.

Motivações transcendentes – são as que entendem que seus atos afetam outros e podem levar em consideração as necessidades dessas pessoas. Para elas, a satisfação vem do fato de serem úteis para outros. Elas só deixarão de atuar e agir quando tiverem superado todos os seus desafios ou tiverem atendidas as necessidades de outras pessoas dentro e fora da organização.

Entender essas motivações ajudarão as organizações a desenvolverem e agirem sobre os diferentes profissionais. Um programa abrangente que possa desenvolver profissionais de alta performance, focando: gerenciamento de estresse, autocrítica, autoconscientização, capacidade de aprendizado, tomada de decisões, autocontrole, equilíbrio emocional e integridade.

Dessa forma a diversidade estabelecida com alto nível de compromisso entre todos, teremos resultados significativos a corporação.

Um programa de gestão bem estruturado requer investimento, tempo e compromisso da alta gestão. As empresas que entendem isso, planejam investimentos em seu maior ativo, as pessoas. Como está sua empresa?


Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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