Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou  sendo preso.

Algum tempo depois, descobriram que era inocente. O rapaz foi solto, após muito sofrimento e humilhação, e processou o homem que o acusara.

No tribunal, o homem disse ao juiz:

“Comentários não causam tanto mal.”

E o juiz respondeu:

“Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois pegue o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença!”

O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:

“Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!”

“Não posso fazer isso, !” – respondeu o homem. – “O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!”

Ao que o juiz respondeu:

“Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!”

Em Filipenses 4, a partir do verso 8 diz assim “Quanto ao mais, irmãos tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.” O que falamos é o que pensamos, se pensamos coisas boas falamos coisas boas.

Como senhores de nossas línguas podemos decidir que palavras vamos proferir, se não for boa e agradável, que enobreça a vida de uma pessoa, é melhor calar. No ambiente de trabalho algumas vezes somos abordados por alguém que vem comentar de um colega. Se você não o puder defendê-lo, apenas não espalhe o que ouvir.

Agindo assim podemos ter certeza de que nossas palavras estão sendo melhor direcionadas e quando espalhadas pelo vento, serão como sementes que germinam coisas boas onde caem.

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Renata V. Lopes

Com mais de 35 anos na vanguarda da TI, já gerenciei tecnologia em ambientes onde falhar não era opção — inclusive como Gerente de Prontidão Operacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™. Essa experiência moldou minha visão: Governança de TI não é burocracia. É a diferença entre uma organização que sobrevive às crises e uma que as antecipa. Hoje, à frente da Tecnologia Humana, ajudo empresas de médio e grande porte a transformar TI em vantagem competitiva — com maturidade operacional, conformidade regulatória e segurança cibernética que protegem o que realmente importa: pessoas, dados e continuidade do negócio. Minha abordagem é centrada no tripé fundamental: → Pessoas — porque tecnologia só funciona quando as pessoas estão preparadas → Processos — porque eficiência e conformidade nascem de estrutura, não de improviso → Tecnologia — porque ferramentas sem governança são riscos em potencial Áreas de atuação: • Governança de TI (COBIT, ITIL, ISO 27001) • Cibersegurança e Proteção de Dados (LGPD, GDPR) • Gestão de Riscos (COSO ERM, ISO 31000) • Compliance Regulatório • GED e Gestão de Processos Se sua empresa precisa evoluir da conformidade reativa para a resiliência estratégica, vamos conversar.

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