Proteja-se

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Uma vez eu ouvi um conselho muito bacana que dizia mais ou menos assim “O que entra no seu coração tem o poder de te mobilizar e deve produzir diligência e disciplina.” Gostei, anotei e hoje compartilho com vocês. Essas palavras me ajudaram a traçar um plano de proteção para a minha alma, sim para a minha alma, você leu certo.

 

No mundo volátil e difuso de hoje, em que reina o aqui e agora, onde todos estão com suas razões para falar o que pensam e querem, sem antes curar suas dores.  Somos bombardeados com “discursos” derrotistas, e se não nos protegermos, somos contaminados pelo negativismo.  Então se você vive se perguntando se suas amizades e relacionamentos são positivos. Ou ainda o porquê de tantas pessoas te colocarem pra baixo e raros os aparecem para te colocar para cima, esse texto é para você.

 

Por isso eu estabeleci um pequeno check-list pessoal para o que devo ou não reter em minha alma, inspirada pelo conselho acima. Segue para seu uso, de forma que você avalie tudo o que ouve e principalmente quem fala.  E assim decidir que companhias quer ter em sua vida.

 

# Quem te falou serve de influência positiva para alguém? Você percebe de forma evidente e significativa essa influência na vida dessa pessoa?

# Nos momentos em que vocês conversaram anteriormente foram palavras positivas ou farpas lançadas? Eram palavras preciosas e de significado, ou especulações e divergências?

# Você o considera um expert em algum assunto? E seu nível de maturidade? Ele tem boas referências? Essa pessoa é amargurada? É inconstante em sua trajetória?

 

Será que você não precisa começar a duvidar do que essa pessoa fala e ouvir mais o seu coração? Fique atento e boa jornada!

Renata Valéria Lopes

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REDES SOCIAIS x CARREIRA (PARTE II)

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No post anterior eu falei sobre como fazer para se destacar nas redes sociais, mas eu quero falar que é possível utilizar as redes sociais não só para encontrar um emprego, mas também para aprimorar o desenvolvimento pessoal e profissional.

Eu utilizo as facilidades das redes sociais para ensinar. O resultado dos seus principais tweets, com orientações sobre carreira, mercado profissional e dicas, está presente no livro “500 Agile Coaching Tweets”.

Confira algumas das orientações no seu Twiter @rvlopes:

@rvlopes: Boa Comunicação, diga exatamente o que você quer dizer. Não enrole!

@rvlopes: Sempre elogie e reconheça um trabalho bem feito. Elogios são sempre bem-vindos!

@rvlopes: Crie um ambiente confiável. Elogie seus subordinados uns para os outros.

@rvlopes: Fale diretamente para quem fez algo errado ou cometeu uma gafe.

@rvlopes: Prometa o que está no seu controle apenas, e lembre-se você não consegue controlar tudo.

@rvlopes: Faça o que prometeu ou perca a confiança de quem aguarda o prometido.

@rvlopes: Não aceite bajuladores. Você perde o respeito com os que te cercam.

@rvlopes: Gritar e ofender só demonstra a sua falta de educação.

E alguns posts do seu blog o Tecnologia Humana:

Os 10 Livros Que Toda Mulher Antenada Deve Ler – http://tecnologia265.sslblindado.com/?p=1479

Reconhecimento nem sempre precede uma recompensa – http://tecnologia265.sslblindado.com/?p=1102

Renata Valéria Lopes

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REDES SOCIAIS X CARREIRA (PARTE I)

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Acessar a internet é um hábito para 90% dos jovens brasileiros entre 15 e 32 anos. Estes internautas possuem, em média, 7 contas em redes sociais.

 

Quando estão em busca de oportunidade profissional, a orientação é de que tenham alguns cuidados para manter uma boa imagem na web. Mas, muitas vezes, aquele incentivo para persistir no mercado de trabalho está ali mesmo, na rede social.

 

Então aqui estão algumas dicas da Master Coach Renata Valéria Lopes, para você que está procurando ou quer mudar de emprego.

 

  • Comece pensando onde você gostaria de trabalhar, Numa empresa pequena, média ou grande. Nacional ou Multinacional. De que segmento de mercado.  Liste essas características e depois busque de dois a cinco nomes para as suas escolhas.

 

  • Identifique na sua rede de amigos ou familiares, alguém que atue nessas empresas. Busque conhecer que competências e nível de conhecimento você precisa ter para atender a alguma eventual oportunidade nesse mercado. Busque entender as dificuldades, os desafios e como funciona o sistema de avaliação de performance delas.

 

  • Busque profissionais de referências no mercado que deseja atuar, leia o que esses profissionais publicam ou falam em suas palestras profissionais. Quanto mais você conseguir identificar as competências e habilidades desenvolvidas por eles mais claro será o caminho a ser seguido.

 

  • Falando em caminho, não se chega a lugar nenhum sem você conhecer a rota a seguir, então monte um mapa da sua carreira. Ele pode ser apenas colocando um curso básico ou técnico para entrar em uma empresa, depois uma graduação, a especialização, e por ai vai.  Pense e estabeleça metas para os seus próximos anos e revalide a rota sempre que sentir necessidade.

 

  • Alinhe as competências que você levantou anteriormente em seu plano de carreira. Seja crítico e separe aquelas que são comuns a todos os profissionais das que são encontradas apenas em profissionais de destaque. Aprender com quem já seguiu o caminho do sucesso, pode economizar um bom tempo na corrida por uma boa posição.

 

  • Priorize o seu desenvolvimento e não se preocupe em mudar a prioridade conforme seus objetivos mudam. Mas saiba o que você quer da sua carreira.

 

Depois dessa primeira parte, é hora de pôr a mão na massa.  Seja nas redes sociais profissionais ou nos sites de emprego, as dicas são as mesmas para melhorar a visibilidade e facilitar os recrutadores em suas buscas.  Segue:

  • Preencha o máximo possível de informações, quanto mais detalhes e resultados sobre suas experiências profissionais anteriores melhor. Se você nunca trabalhou, aqui valem as experiências como voluntário, estudante e estagiário também. O perfil profissional que você cria se torna a sua identidade profissional e por isso é muito importante responder a todas as questões. Se você é uma pessoa com deficiência não omita essa informação, hoje as empresas estão trabalhando para adaptar seus ambientes de trabalho, mas nem todas ainda estão aptas.  Saber da sua deficiência pode evitar transtornos.

 

  • Não invente ou florei o passado, seja verdadeiro e objetivo, pois na hora da entrevista, será você pode ser descoberto. Eu sempre aconselho a ser honesto no que você conhece, fingir só vai causar dores de cabeça. Você está colocando seu currículo no mundo virtual e cada dia é mais fácil conferir esses dados.

 

  • Acesse e atualize seus dados frequentemente, quando mais você o mantiver atualizado, mais ele aparece nas primeiras posições de busca. Se faça presente e seja notado pelos recrutadores.

 

  • Nas redes sociais aproveite para manter o networking em dia. Mas nada de sair conectando se você não conhece, peça para alguém apresentar as pessoas que podem te ajudar na carreira.  Há muitas pessoas que gostam de seguir as empresas que gostariam de trabalhar.  Se você seguiu a primeira parte das dicas, você sabe que empresas deve seguir para acompanhar as vagas postadas.

 

  • Recomendações são bem-vindas, então se você consegui-las dos seus pares, subordinados e gestores, será um diferencial e tanto. Mas não insista, alguns profissionais não fazem recomendações online. Se você passou por alguma empresa, onde fez um bom trabalho, busque saber se uma recomendação por escrito pode ser fornecida.

 

  • Se possível integre seus perfis das redes sociais, mas cuidado com o que você posta naquelas que são apenas para distração. O que você posta, faz toda a diferença para as empresas, que observam os comentários, xingamentos, etc.  Bom senso nas suas postagens sempre. Se você gosta de um determinado assunto, como por exemplo programação Java.  Entre em grupos sobre o assunto e deixe lá algumas dicas, isso ajuda no networking.

 

  • Foto é muito importante, ela aumenta a sua chance de ser visto. Capriche na sua foto profissional, fotos com roupas de esporte e praia não são adequadas para as redes ou sites profissionais. Prefira as fotos em que você esteja com roupas sóbrias e elegantes, como as que você prepara para documentos.
Renata Valéria Lopes

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Sonho que se sonha junto

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“Seu sonho deve gerar paixão em você.  Essa paixão alinhada ao talento e trabalho árduo são fatores de sucesso.” Tweet 98 – livro 500 Agile Coaching Tweets

 

Adoro um bom papo e numa tarde de verão, estávamos eu e mais um grupo de amigos discutindo se “olho grande” existia ou não. E foi ai que um deles falou que tinha alguns sonhos que ele não compartilhava com ninguém com medo da inveja alheia.  Essa é uma crença dele que deve ser respeitada e de certo modo concordo que não devemos compartilhar nossos sonhos com qualquer pessoa.  Porém na contramão do meu amigo, acredito que compartilhar um sonho ou um projeto pode ser muito interessante e já falei sobre isso aqui no blog algumas vezes.

 

Nesse post especifico quero falar do sonho que se sonha junto. Junto com alguém que você ama e quer bem. O sonho pode ser um termômetro de qualquer relação, pois pessoas com objetivos comuns se unem em prol de sua realização e constroem laços fortes. Imagine seu relacionamento amoroso com uma pessoa que sonha o oposto de você? Imaginou? Pois é eu também e não é nada agradável pensar nisso.

 

Agora deixe essa imagem desagradável de lado e comece a pensar num sonho que você tem em comum com a pessoa que você está. Sonhos sonhados em conjunto, possuem mais chances de serem realizados. Até porque um vai oferecer suporte ao outro durante as dificuldades, já que alguns sonhos custam tudo o que somos e temos. Mas pense quão nobre é esse sonho, o que ele trará de benefícios aos dois e aos que os cercam.

 

Todo sonhador é um visionário, ele vê além do obvio. E se vocês sonharem juntos, provavelmente conseguirão desenvolver uma visão mais holística sobre a relação de vocês também. Além de agirem e ousarem mais por terem um o apoio do outro. Então se a sua relação não anda bem, talvez vocês precisem de sonhos e metas em comum.

 

Sonhos e metas dizem muito sobre uma relação e o nível de maturidade que eles se encontram.  Só não esqueça que sonho sem ação é pura ilusão. O planejamento vai mostrar o caminho e a disciplina fará com que a relação progrida para o alcance dos sonhos.  Espero que você possa estar sonhando junto com alguém.

Renata Valéria Lopes

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Um perfil vencedor

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“Os covardes nunca tentam, os fracassados nunca terminam, os vencedores nunca desistem.” Norman Vincent Peale

 

Outro dia me perguntaram se eu poderia exemplificar um líder que eu admirava.  E se eu poderia resumi-lo em uma palavra.  Eu não gosto muito dessa coisa de nomear para não ser injusta ou até mesmo causar polêmicas.  Me contentei em dizer suas características e resumi-lo a palavra VENCEDOR.

 

Nas características desse meu admirado líder estão características de um ser humano, antes de mais nada, que possui mais pontos positivos do que negativos.  Mas ainda assim um ser humano, que comete erros e pode sim ter momentos de fraqueza, mas que se apoia na convicção de que pode melhorar e que caminha rumo ao seu desenvolvimento.

 

Seu caráter deve ser decidido, uma pessoa que não faz corpo mole, que não depende da opinião dos outros para perseguir seus sonhos. Ela toma posse do que é sua responsabilidade e responde por elas arcando com as consequências de suas escolhas.

 

Não tem medo dos obstáculos em sua jornada, mas se prepara física, intelectual, emocional e espiritualmente, para ter um perfeito equilíbrio entre corpo, mente, alma e espirito.  E por isso nunca perde território, mesmo que para os outros, ele não esteja progredindo, uma coisa é certa, ele não desperdiça o que conquista. Sua ousadia está presente também em sua generosidade, de olhar ao redor e reconhecer que suas conquistas podem favorecer a outros.

 

Está sempre pronto a oferecer e compartilhar com quem o cerca os seus projetos e conhecimentos. Tem personalidade e por isso atrai outros para “lutarem” ao seu lado. Inspira e transmite confiança aos que estão em sua volta. Sua autoridade não está no grito ou no medo, mas na segurança de suas palavras e na coerência de suas ações. É diligente nos planos e disciplinado na execução.

 

Sendo assim eu e você podemos sim ter esse perfil. E para ser chamado de líder temos de vencer nossos limites e chegar ao padrão de excelência de quem admiramos.  Boa jornada para nós!

Renata Valéria Lopes

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Na contramão – Parte II

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No post que fiz falei sobre a fase slow motion que entrei, hoje quero falar aqui de alguns dados publicados pela Omit, Hospital Sírio-Libanês, SulAmérica, MedRio e Mercer.  Essas empresas que atuam no ramo de benefícios, planos de saúde e seguros analisando os dados coletados no decorrer dos últimos anos constataram um quadro preocupante.  Isso porque com o ritmo acelerado de trabalho e exigências constantes, os profissionais estão cada vez mais sedentários e com nível de estresse muito altos.

 

As consequências são visíveis no número de obesos, hipertensos e diabéticos que encontramos. E por mais que se fale sobre hábitos saudáveis na TV, rádios e nas empresas, as pessoas não estão conseguindo incorporar a sua rotina hábitos mais saudáveis. Dormir mal, se alimentar mal e não conseguirem ter uma vida fora do trabalho viraram parte do dia a dia corporativo.  Nos executivos o índice de stress é de 70% e a fadiga 15%, segundo o Dr. Gilberto Ururahy, da MedRio Check-up.

 

Dizem que a tecnologia tem um impacto significativo nesses índices já que as pessoas não se desligam de suas atividades, os colegas para falarem uns com os outros não precisam mais se deslocarem até a mesa deles e que todas as pessoas podem fazer suas atividades com mais produtividade de onde estiverem sem que as variáveis tempo e espaço sejam limites. Isso é uma bola de neve, que gera cada vez mais pressão.

 

Os dados que me preocuparam especialmente, foram dos problemas e doenças entre executivos na minha faixa etária, média de 40 anos. Lá vai:

– 25% deles já possuem risco moderado de infarto;

– De 40% a 63% são sedentários;

– De 31,7% a 37% sofrem com o estresse;

– 18,2% sofrem de ansiedade;

– De 11% a 50% colesterol;

– De 8% a 17,6% obesidade;

– 7% são diabéticos;

– De 6% a 10% têm insônia;

– De 20% a 27% hipertensão;

– De 10% a 18% estão com gastrite;

– 8% com quadro de depressão; e

– 95,5% têm má alimentação.

 

Eu sei que não é fácil conciliar tudo, eu mesmo tenho muitas das dificuldades de um profissional na ativa. São muitos projetos, cobranças, equipe reduzida, verba restrita, metas desafiadoras e prazos definidos.  Mas temos de tentar mudar esse quadro com ações simples no nosso dia a dia.  E a principal delas começa com a alimentação, o que você anda ingerindo por ai? Eu cada dia mais tenho cortado alguns alimentos da minha dieta regular e os benefícios são muitos. Nada de ficar paranoico, comece reduzindo a quantidade de refrigerantes, doces e frituras.

 

Não gosta de exercícios físicos em academias, que tal apenas deixar o carro na garagem e caminhar parte do seu trajeto e no outro se você morar longe, use o transporte público.  Mas se você tem animo, que tal fazer todo o trajeto a pé.  No trabalho além de dividir as tarefas e aprender a falar não, algumas vezes ficar um pouco mais do tempo regulamentar é comum.  Então que tal compensar isso com um final de semana de qualidade, com poucos compromissos e priorizando a interação com os entes queridos.  Se for possível numa atividade ao ar livre, assim você pode aproveitar para tomar um sol.

 

Espero que você agora entenda o que o seu corpo anda te falando. É preciso conciliar vida pessoal e profissional. Viva bem, viva mais!

Renata Valéria Lopes

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Na contramão

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Já dizia o velho ditado “devagar se vai ao longe”.  Talvez seja uma impressão minha, mas perceberam o ritmo frenético em que tudo acontece hoje em dia? Ou o mundo está girando realmente mais rápido ou eu estou ficando lenta demais para acompanhar. Estou na fase slow motion portanto minha prioridade é relaxar e curtir o dia sem me preocupar com o relógio.  Ah! esse velho companheiro, está lá na gaveta da cômoda, aposentado. Não que eu não o ache bacana, mas simplesmente porque amo aquela sensação de não ter horas para nada, mesmo quando tenho uma agenda lotada.

 

Um almoço demorado me agrada mais do que fast food (aliás eu nunca fui fã, mas agora eu odeio).  E o bom papo daqueles de ficar horas falando sem parar e atropelando um ao outro, eu curto muito.  Com as redes sociais as pessoas estão ficando cada vez mais monossilábicas nas interações.  Mas quando eu descubro um comunicador pertinho, ai é felicidade total. Até no âmbito profissional as coisas mudaram demais, tudo tem que ser rápido, intempestivo e no grito.  Ops! Descobri o porquê de tanto estresse sendo diagnosticado. Um bom papo ajuda muito, mas é mais fácil ser superficial.  Aprofundar relacionamentos carece de investimento de tempo e cada um parece estar dizendo eu não tenho tempo para investir. Que pena!

 

E com cada um correndo de um lado para outro, como ser criativo e inovador? É o poeta já dizia que “a inspiração é uma luz que chega de repente”. Mas com tanta correria não sei se alguém consegue perceber tão ilustre presença. Por isso na contramão dos dias de hoje sempre que posso me dedico ao ócio produtivo, que pra mim é o refúgio do não ter o que fazer. Nesses momentos posso pegar meus famosos cadernos e escrever livremente meus pensamentos, sem a necessidade de que dali saia algo formatado para publicação ou eu tenha que entregar a alguém para ler. É simplesmente a presença da inspiração.

 

Outro momento na contramão da correria, estão as minhas viagens de lazer, sempre me organizo para os momentos de espera nas salas de embarque.  Enquanto a maioria grita com os funcionários das linhas aéreas eu sento e leio um bom livro, organizo a agenda, escrevo e posto material na internet.  Salas de embarque não me estressam se eu conseguir um cantinho para sentar e aproveitar esse tempo.  E a viagem para ser perfeita tem que ter a agenda livre.  Viagens com programação extensa me deixam angustiada. Minhas programações precisam ser bem espaçadas e eu preciso conseguir me alimentar devagar.

 

continua…

Renata Valéria Lopes

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Conteúdo, Comunicação & Motivação

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Volta e meia me deparo com esse tema, talvez por acreditar que os problemas nas relações têm sua raiz na comunicação, eu estou sempre lendo e procurando entender como ser uma comunicadora melhor. Lógico que nem sempre consigo ser clara ou melhor acho que as vezes sou clara demais, direta e cortante, como já me disseram uma vez.  A questão é que o processo de comunicação é bilateral e o outro lado tem que querer estabelecer e manter o nível da conversa até que o entendimento se faça presente.

 

Uma habilidade importante quando tratamos de problemas que envolvam um determinado individuo ou um grupo, é o de fornecer a eles informações e observações construtivas que permitam a quem recebe, compreender o significado real das palavras e se dispor a mudar.  Quando falo do significado real das palavras, é que me deparo sempre com pessoas tentando colocar outros significados nas palavras expressas pelo locutor.  Se pensarmos que cada um de nós temos a tendência de enxergar as coisas sob as nossas próprias lentes, temos que ser muito cuidadosos ao falar e principalmente ao ouvir.

 

Não existe formula mágica para esse processo, então descrever com fatos e dados sempre ajuda. O receptor que recebe a narração de um fato se sente mais à vontade em conversar sobre o conteúdo apresentado do que falar de avaliações e julgamentos pessoais.  Uma comunicação recheada de julgamentos e ideias preconcebidas só geram reações defensivas de quem ouve.  Lógico que tem exceções de pessoas que vivem na defensiva, mas ai é outro post.

 

Especifique de forma objetiva o conteúdo da sua mensagem, quando estamos num processo de comunicação de forma mais relaxada, as vezes não pensamos muito e somos mais espontâneos. Se falarmos de forma objetiva, concreta e com significados bem entendidos provavelmente o nível de compreensão será maior. Mas isso não significa que os mal entendidos desapareceram, se os assuntos ficarem no nível das suposições e abstrações, podemos acarretar resultados negativos.

 

Quando se trata do aspecto profissional além desses cuidados acima, analise o quanto esse conteúdo da conversa pode ser compatível com as motivações do receptor. E até mesmo do comunicador, pois quem fala quer passar uma ideia e nem sempre é uma necessidade do receptor, ainda mais no ambiente de trabalho.  E se você é gestor mais ainda, busque considerar as necessidades do receptor para que o resultado seja construtivo.

 

A aplicação do conteúdo de forma prática também pode abrir o fluxo de comunicação de forma mais leve.  Quando o receptor da comunicação consegue visualizar caminhos de mudanças ou uso da informação de forma prática, ele se sente no controle.  O que permite que sua motivação (motivos de ação) se eleve ao ponto de haver transformações. Na realidade eu percebo que as pessoas que pedem conselho, feedback e dica aos seus conhecidos, se sentem mais dispostas a se desenvolverem e crescerem.  Elas já chegam prontas para receberem o conteúdo da comunicação, seja ele negativo ou positivo.

 

Eu sempre tenho por hábito agradecer por todo conteúdo que recebo numa comunicação, especialmente se é um feedback ou uma dica para melhorar, só dedica tempo a você quem quer o seu bem.  As oportunidades que a vida nos oferece para motivarmos aos nossos colegas e familiares são muitas. Saber o momento certo de falar sobre um fato, comunicar um conteúdo ou expor um comportamento em questão permite que a comunicação seja precisa e principalmente compreendida.   É novamente a questão de estar aberto a se desenvolver.

 

Lógico que eu concordo com você que numa conversa difícil em que aspectos negativos sobre seu comportamento e ações são levantados, a vontade é sumir (risos). Mas eu tendo lidar com essa dificuldade e superar essa conversa de forma positiva. Penso sempre que as avaliações precisam ser internalizadas e processadas e por isso eu tento analisar todos os aspectos dela.

 

Para diminuir as barreiras de comunicação é preciso existir uma relação de confiança mutua, se alguma das partes não tem confiança a comunicação se torna unilateral.  Quando confiamos na pessoa que está nos sinalizando um ponto positivo ou negativo é bem mais fácil de aceitarmos que precisamos manter (ponto positivo) ou mudar (ponto negativo).

 

Já tem alguns anos eu aprendi que o conteúdo e a motivação do locutor passam a mensagem com finalidades distintas, e por conseguinte produzem resultados distintos. Vou tentar colocar na forma de uma tabelinha para ajudar. Vide abaixo:

 

Conteúdo Motivação Finalidade
Verdade Afeto Transmitir o conteúdo com seriedade e visando o crescimento do outro. Em muitos casos se percebe que o locutor quer ajudar nesse processo de desenvolvimento do receptor.
Mentira Afeto Não magoar o receptor e evitando conflito, então o conteúdo é omitido ou não transmitido. (A chamada mentira branca)
Verdade Desafeto Ferir e magoar o receptor com a verdade sem se preocupar com o resultado (gota d´água que transborda o copo)
Mentira Desafeto O conteúdo é modificado de forma negativa visando destruir o outro. (Calunia e difamação)

 

Comunicação positiva e que visa a motivação não é para qualquer um. Aprender a receber feedbacks negativos sem reações intempestivas, emotivas e/ou defensivas.  E dar feedbacks sem conotações emocionais intensas também requer muita habilidade. Talvez por isso muitas pessoas se omitam e finjam que não fazem parte do processo de desenvolvimento dos seus colegas, amigos e familiares. Para desenvolver uma comunicação motivacional em qualquer relação que você estiver, seja pessoal ou profissional, pense no que você gostaria de ter como resultado prático na sua vida e do seu receptor. E boa prática para você!

Renata Valéria Lopes

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Negociação Ganha-Ganha: Classifique suas estratégias para obter resultados positivos

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A negociação é o processo pelo qual duas ou mais pessoas chegam a um acordo mutuamente vantajoso ou pelo menos é o que se espera é que o resultado final, para ambas as partes deve ser melhor do que a situação inicial. Se um problema ou situação dependem de duas pessoas para se chegar a um resultado, muita conversa e flexibilidade são necessários.

 

A forma como falamos e nos portamos em um processo de negociação são importantes.  Há diversas situações em que tudo parece perdido, mas é na negociação que problemas e situações podem ser resolvidos de modo cooperativo, produzindo resultados ótimos, para todos os envolvidos. “O hábil negociador mantem a autoconfiança mesmo diante do risco.” segundo a Master Coach Renata Valéria Lopes

 

Uma das chaves para o sucesso da negociação é ouvir. Considere a Metacomunicação (o que não se pode traduzir em palavras, mas que traz muito mais detalhes à mensagem transmitida) como alternativa para entender melhor os pontos de vista. De acordo com o comportamento adotado durante uma negociação, o resultado estará classificado em uma das seguintes categorias segundo Paul Campbell Dinsmore (autor do livro “Poder e Influência Gerencial”):

 

Ganha-ganha – é a solução positiva para todos. Os dois ou mais lados sentem que se saíram bem, que atingiram algo positivo e sentem-se satisfeitos com o resultado. Em muitos casos há flexibilidade dos dois lados para se chegar a um acordo. A conversa não gira apenas no preto e branco, mas costumo dizer que diferentes cores podem surgir como meio termo.  É o famoso meio termo que as vezes precisa ser usado.

 

Ganha-perde ou Perde-ganha – normalmente é consequência de uma visão de conflito ou competição.  No qual um quer levar vantagem sobre o outro ou simplesmente não se coloca numa posição de cooperação mutua.  Eu ainda tenho a percepção de que as vezes é falta de uma visão sistêmica sobre o problema, que embaça a conversa.  Ser honesto e transparente pode ajudar muito a reverter esse resultado, mas é preciso confiança.

 

Perde-perde – Nesta situação os dois lados perdem. Nenhuma parte é vencedora. Geralmente é o resultado de uma situação onde, de início, tentou-se uma abordagem ganha-perde, sem sucesso para aquele que queria levar vantagem.  É o pior resultado que uma negociação pode ter, pois as portas podem se fechar para sempre.

 

E ai como você classifica suas negociações? Mudar a estratégia pode fazer diferença, mas sem transparência e confiança não tem como evoluir. E isso serve para os dois lados da mesa. Reflita e boa negociação!

Inspirado no livro “Poder e Influência Gerencial” de Paul Campbell Dinsmore.

Renata Valéria Lopes

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CARREIRA: SER PROFESSOR

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O que influencia na escolha da profissão?

Três passos rumo à decisão

 

Hoje é comemorado o Dia do Professor.  Nesta carreira, o foco é ensinar e formar cidadãos. Também busca profissionais com características indispensáveis como criatividade, metodologia de ensino que conquiste a atenção e o interesse dos alunos, além de constante atualização.

 

Várias questões levam alguém a escolher uma determinada função no mercado de trabalho. Alguns optam pelo motivo desafiador, aptidão ou retorno financeiro, mas isso não é o bastante. No momento dessa escolha, o mais importante é abrir a mente e analisar cuidadosamente todos os ângulos das opções de carreira. Como você se vê daqui a cinco anos? Que marca você quer deixar? Faça o que gosta ou o que dá dinheiro?

 

“Sentir-se realizado com o que se faz é um ponto chave para ser feliz e produzir mais”, é o que considera a Master coach Renata Valéria Lopes. Ela ainda complementa que, no cenário atual, não são apenas os jovens que se veem diante desse dilema: “Alguns profissionais experientes também encaram a importante decisão de mudar de carreira.”

 

Renata indica três passos que podem ajudar nessa escolha:
#- Busque se conhecer, identifique o centro da sua vida, o que te rege, o que você gosta e o que não gosta.

 

#- Converse com algum profissional da área de interesse e ouça atentamente suas experiências. Tome a iniciativa de fazer testes de aptidão, estude o ramo de negócio, as oportunidades, os problemas específicos da área. Tente ver soluções para os problemas e como você os trataria.

 

#- Escreva de forma clara como você quer ser reconhecido como profissional. Encare a realidade dos fatos e projete-se no futuro, escolhendo de forma positiva e proativa como tratar sua vida e carreira.

Renata Valéria Lopes

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